⏱️ Leitura de 1 minutos | ⚓ Pode provocar identificação silenciosa e lágrimas contidas

Disforia de Gênero…
“Eu não ando curvado porque sou tímido.
É que meu peito não me pertence.
Essa é a forma como a disforia de gênero pesa em mim todos os dias, me obrigando a esconder o que não combina com quem eu sou.“.
E cada passo é uma negociação: entre o que o mundo vê e o que eu não queria mostrar.
Minha identidade de gênero sempre esteve clara pra mim, mas o mundo insiste em me ler ao contrário.
[Miguel]
O Banco da Praça – trilha de Miguel | homem transgênero
“Sou um homem trans, um homem com barba e peitos”.
Ser diferente, especialmente num lugar onde a aceitação LGBTQIA+ ainda é uma escolha de poucos, é pesado demais.
Mas um dia… talvez… eu encontre um lugar onde exista gente que respeite a diversidade, e onde eu possa caminhar com os ombros livres.
[Miguel]
Bilhetes poéticos sobre a disforia de gênero. Miguel, um homem trans, revela a dor de viver escondendo o próprio corpo. Uma narrativa sobre disforia de gênero e saúde emocional.
Ele é o espelho de quem finalmente escolhe não mais arquear os ombros e se apresentar ao mundo com a própria identidade, trangênero, depois de anos de silêncio e medo.
A disforia de gênero é o nome que a ciência dá para uma dor emocional e psicológica muito específica: a dor de viver num corpo que não representa quem você é.
No caso de Miguel, o gatilho para a disforia é o próprio seio. Para ele não faz sentido ter nascido com eles, já que desde sempre, Miguel se entende como homem.
Mas poderiam ser outros gatilhos:
- Ser chamado pelo nome feminino antigo dele.
- A pessoa até começar a conversa cpm o nome masculino dele, mas no meio dela usar pronomes e adjetivos no feminino se referindo a ele.
- Passar por situações sociais onde se espera que ele se comporte de modo feminino.
- Não poder usar o banheiro masculino.
- Ser ignorado, não perguntarem para ele, quando há um serviço considerado masculino, se ele pode ajudar.
Isso gera ansiedade, depressão, isolamento social, baixa autoestima.
Este é um espaço pra quem vive a dor invisível da disforia de gênero. Uma leitura pra quem precisa parar de fingir.
Se você está se sentindo assimbusque ajuda. A terapia online pode contribuir com sua saúde emocional e psicológica. Não exite em buscar ajuda especializada.
Nós não somos especialistas em saúde.
Somos bons em trazer temas humanos para a reflexão, a fim de possibilitar mudança de perspectiva e leveza na vida.
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